Igreja adventista do 7º Dia realizou com sucesso Feira de Saúde

A Feira foi realizada na Rua Muriaé, Bairro Santa Terezinha e contou com diversos atendimentos: médico, orientações de como ter uma boa qualidade de vida, bem estar, corte de cabelo, participação dos agentes de combate a dengue (prefeitura de Muriaé) e funcionários do Hospital São Paulo. De acordo com o pastor Roberto Pereira, a feira de saúde foi muito relevante para a Comunidade.

Câmara paga por mês R$ 127,8 mil de aposentadoria para deputados cassados

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A Câmara dos Deputados desembolsa, mensalmente, cerca de R$ 127,8 mil em aposentadoria para dez ex-deputados federais que tiveram o mandato cassado. O pagamento não é ilegal, e o benefício é abastecido com contribuições dos próprios parlamentares e em parte com dinheiro público. Desse grupo de parlamentares, nove tiveram o mandato cassado por envolvimento em acusações de corrupção ou improbidade administrativa. Esse valor pode aumentar caso o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decida conceder o benefício ao ex-deputado José Dirceu, condenado a mais de 30 anos de prisão na Operação Lava Jato. Dirceu contribuiu por 35 anos e entrou com um pedido de aposentadoria como ex-deputado, no valor de R$ 9.646,57 mensais. A palavra final caberá ao presidente da Câmara, que está com o processo há cerca de dois meses. Maia disse que ainda não tem previsão de quando irá decidir sobre o caso. Nesse grupo de deputados cassados, o valor mais alto, de R$ 23.344,70, é pago ao ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), pivô do escândalo do mensalão petista e que acabou cassado em 2005. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele argumentou que contribuiu para ao regime da Câmara ao longo dos 24 anos em que foi deputado, além de ter recolhido para o INSS por 20 anos.

Fonte – agencia câmara

Eunício diz que, pela ‘relação de confiança’, governo deveria editar MP com ajuste da nova lei trabalhista

Eunício Oliveira deu entrevista no Senado (Foto: Marcos Brandão/Senado Federal)

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse que seria “extremamente deselegante” e “muito ruim para a relação de confiança” entre Planalto e Senado se o presidente Michel Temer enviasse os ajustes à nova lei trabalhista por projeto de lei e não por medida provisória (MP). A nova lei trabalhista já está em vigor no último Quando a proposta passou pelo Senado, em julho, o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), fez um com senadores da base aliada de que alguns pontos controversos da reforma seriam modificados através de uma MP, cujos efeitos passam a valer a partir da edição. O projeto de lei tem a tramitação mais lenta. O objetivo do acordo firmado entre os parlamentares era evitar que o Senado fizesse mudanças na reforma trabalhista. Isso forçaria a volta do projeto para nova análise da Câmara dos Deputados, o que atrasaria a entrada em vigor das novas regras.

fonte: Agência Senado

Política antidrogas no Brasil ‘apenas destrói vidas’, diz Barroso

Política antidrogas no Brasil ‘apenas destrói vidas’, diz Barroso

Em artigo publicado no jornal inglês “The Guardian”, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a legalização de drogas no Brasil. No texto, Barroso afirma que a atual política antidrogas “apenas destrói vidas”. “Durante décadas, o Brasil teve a mesma abordagem de política de drogas. Polícia, armas e numerosas prisões. Não é preciso um especialista para concluir o óbvio: a estratégia falhou. O tráfico e o consumo de drogas apenas aumentaram”, escreve o ministro da Corte máxima no prestigiado jornal britânico. Ao longo de seu texto, Barroso argumenta que é necessário criar “meios alternativos de combate à droga”. O ministro sugere lidar com a maconha como “lidamos com os cigarros: um produto lícito, regulamentado, vendido em certos lugares, tributado e sujeito a restrições de idade e propaganda, notificações de advertência e campanhas que desencorajam o consumo”. “Nas últimas duas décadas, o consumo de cigarros no Brasil diminuiu mais de metade. A luta à luz do dia, com ideias e informações, trouxe melhores resultados”, afirma. “Não podemos ter certeza de que uma política progressiva e cautelosa de descriminalização e legalização seja bem sucedida. O que podemos afirmar é que a política de criminalização existente falhou.” Em seu texto, Barroso cita um caso sob julgamento do Supremo, no qual votou pela descriminalização da posse de maconha para consumo privado. O ministro relata que propôs “abrir um amplo debate sobre a legalização da maconha, para começar – e depois, se tiver sucesso, a cocaína”. “O assunto é extremamente delicado, e o resultado depende de uma decisão da legislatura”, afirma. Ao jornal inglês, o ministro do Supremo enumera seus motivos para apoiar a legalização. “Primeiro, as drogas são ruins e, portanto, é o papel do Estado e da sociedade desencorajar o consumo, tratar os dependentes e reprimir o tráfico. O raciocínio por trás da legalização está enraizado na crença de que isso ajudará na consecução desses objetivos”, anota. “Em segundo lugar, a guerra contra as drogas falhou. Desde a década de 1970, sob a influência e a liderança dos EUA, o mundo abordou este problema com o uso de forças policiais, exércitos e armamentos. A trágica realidade é que 40 anos, bilhões de dólares, centenas de milhares de prisioneiros e milhares de mortes depois, as coisas são piores. Pelo menos em países como o Brasil.” O terceiro ponto de Barroso aponta para um argumento do economista americano Milton Friedman. “O único resultado da criminalização é garantir o monopólio do traficante.” Luís Roberto Barroso cita como exemplo países da América do Norte e da Europa. Segundo o ministro, nestes locais, “a maior preocupação das autoridades são os usuários e o impacto que as drogas têm em suas vidas e na sociedade”. “No Brasil, no entanto, o foco principal deve ser o fim do exercício do traficante de drogas de dominância sobre as comunidades pobres. As gangues se tornaram o principal poder político e econômico em milhares de bairros modestos no Brasil.

FONTE: AGENCIA ESTADO

Partidos mostram resistência a reforma ministerial ampla

Romero Juca

Apesar do objetivo do governo de fazer uma reforma ministerial ampla até meados de dezembro, o modelo ainda não está definido. E o presidente Michel Temer já recebeu manifestações de resistência de alguns ministros, que preferem sair apenas perto do prazo de desincompatibilização, em abril de 2018. Mesmo com a confirmação do líder do governo no Senado, Romero Jucá, de que haverá mudanças em até 17 dos 28 ministérios, Temer demonstrou preocupação com a reação de alguns aliados. Nessa linha, PSD e DEM querem manter até o limite os ministros Gilberto Kassab (Comunicações, Ciência e Tecnologia) e Mendonça Filho (Educação).”Ministro político tem mais força. Por isso, há uma reação de um grupo”, disse um auxiliar de Temer. O argumento dos partidos é que a pressão maior é para desalojar o PSDB e remanejar o espaço dos tucanos com legendas do “Centrão”. Por outro lado, há forte movimento de siglas aliadas pela saída de ministros que perderam o apoio das respectivas bancadas. Entre eles Fernando Bezerra Coelho Filho (Minas e Energia) e Marx Beltrão (Turismo). “Os dois perderam o apoio de suas respectivas bancadas e estão sem representatividade. Por isso, entram no primeiro momento da reforma ministerial. Temer precisa ter voto para fazer a reforma da Previdência”, disse um interlocutor que despachou com Temer para tratar da reforma ministerial. Já o PP negocia abrir mão do Ministério da Agricultura para herdar o Ministério das Cidades, até então comandado pelo PSDB. Mas exige manter o comando do Ministério da Saúde. “Não interessa perder a Saúde. É uma pasta mais forte do que o próprio Ministério das Cidades” ressaltou um cacique do PP.

Aguapés voltam a tomar conta do Rio Muriaé

Nossa reportagem esteve nesta manhã na região das pontes do Centro da cidade atendendo pedido de uma moradora que se diz preocupada com o Rio Muriaé que foi tomado em alguns trechos pela planta aquática, aguapé. A moradora pede as autoridades que quando possível que façam uma limpeza. Lembrando que este trabalho de retirada das plantas foi feito recentemente na região da Ponte da Barra pelos funcionários do Consórcio Intermunicipal do Rio Muriaé. O que chamou a atenção dos transeuntes foi a vegetação descendo e formando o tapete rio abaixo, e o rastro verde chegava ao centro da cidade. A maior parte do material será retirada para as margens, informaram os funcionários. Esta espécie de planta aquática é chamada de aguapé. Ela encontra em águas poluídas as substâncias orgânicas, geralmente esgoto, necessária para se proliferar rapidamente. Na época de estiagem, quando várias nascentes secam, o volume de água que chega à calha do Rio é menor, mas o volume de esgoto jogado no rio continua o mesmo e até cresce. Assim, a concentração de poluição aumenta, propiciando a proliferação dos aguapés e também mortandade de peixes

Aécio refuta ‘pecha’ de fisiologismo e diz que PSDB sairá do governo Temer ‘pela porta da frente’

Aécio Neves sinaliza desembarque do PSDB do governo Temer

O senador Aécio Neves (MG), presidente afastado do PSDB, afirmou durante convenção em Belo Horizonte, que o partido deverá, em breve, sair do governo Michel Temer. Ele defendeu, porém, que a sigla defina o momento certo para o desembarque. A declaração de Aécio vem em um momento de turbulência interna no PSDB. O senador tucano destituiu da presidência interina do partido o colega parlamentar Tasso Jereissati (CE). Horas depois, Tasso afirmou que os dois têm diferenças “muito profundas”, entre elas o “comportamento político, comportamento ético, visão de governo, fisiologismo”. Ao comentar a fala de Tasso, Aécio Neves refutou o que chamou de “pecha” que, segundo ele, querem colocar no PSDB, de que a permanência no governo Temer se dá por fisiologismo. “Vejo também uma falsa discussão nesse momento como se a questão central para o PSDB fosse sai ou não sai do governo, sai amanhã ou sai depois de amanhã do governo. Essa é uma falsa questão que só serve, na verdade, a interesses de uma eleição interna [para presidente do partido]”, disse Aécio.