União entre dois homens consumada em cartório surpreende moradores de Manhuaçu

O casamento de Wanderson Carlos de Moura e Rodrigo Diniz dividiu opiniões em Manhuaçu, na Zona da Mata. “É meio estranho assim de cara, mas não tenho nada contra, não. Cada um tem seu jeito de ser feliz”, disse a estudante Ana Paula de Oliveira, que não conhecia quem se casava, mas se esgueirava na porta de entrada para ver melhor. No outro lado da rua havia uma plateia de 20 pessoas. “A que ponto se chega”, reprovou a aposentada Maria Izabel Pinheiro, de 80 anos, semblante sério. “Até aqui, tudo bem, mas no religioso não dá”, sentenciou a filha dela, a empregada doméstica Mônica Pinheiro, de 50.

Wanderson e Rodrigo dizem nunca ter sofrido qualquer tipo de preconceito na rua quando saem juntos, mas evitam andar de mãos dadas. “Tenho receio dos comentários”, justifica Wanderson. Uma viatura da Polícia Militar acompanhou a cerimônia no cartório. “Por ser uma situação atípica, tem gente que ainda não entende… isso aí, né?”, justificou um dos soldados de prontidão. Mas não houve qualquer transtorno no decorrer da cerimônia.

Fonte- UAI

ULTRAGAZ: Uma história de pioneirismo

Os primeiros fogões a gás instalados no Brasil funcionavam com gás de carvão. As tubulações de gás, no entanto, eram restritas aos bairros mais centrais das grandes cidades. Para a população que ficava fora desses núcleos, as opções para cozinhar ou esquentar a água eram, em geral, lenha, carvão ou querosene.

Em 30 de agosto de 1937, Ernesto Igel, imigrante austríaco radicado no Brasil, criou, no Rio de Janeiro, a Empreza Brazileira de Gaz a Domicilio Ltda., que passou a vender gás engarrafado. O suprimento inicial utilizado por Igel era o propano, gás utilizado para acionar os motores de dirigíveis e que ficou estocado no país após o trágico acidente que pôs fim à era dos zeppelins

Muitas foram as dificuldades iniciais, principalmente relacionadas à desconfiança do consumidor diante de um produto tão inovador e à garantia do suprimento de gás, que passou a ser importado pela empresa. Ernesto investiu em uma infra-estrutura para armazenar e engarrafar o gás e fez parcerias com indústrias brasileiras dispostas a produzir os reguladores de gás, botijões e fogões.

Em dezembro de 1938, o capital da empresa foi aberto e surgiu a Ultragaz S/A, que logo deixaria de ser uma empresa regional para atuar em todo o país. A grande expansão se deu depois do final da Segunda Guerra Mundial. Além de conquistar grande número de consumidores, a empresa investiu na ampliação das bases operacionais e na criação de inúmeras lojas para comercializar os fogões e botijões. Em 1956, essas lojas deram origem à rede Ultralar, pioneira no setor de grandes magazines.

Nos anos 50 a criação do inovador sistema de distribuição de gás, que foi adotado por todas as empresas do setor, a “Entrega Automática”. Naquele momento, a Ultragaz se consagrou com o slogan “Semana sim, semana não, Ultragaz no seu portão”.

A Ultragaz atua em toda a região Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, sendo que, somente na Bahia, opera com o nome Brasilgás. Recentemente, em 2003, a Ultragaz adquiriu a Shell Gás no Brasil, tornando-se líder no segmento de GLP no país.

Sindicato dos Servidores Públicos de Muriaé realizará assembléia

Pres. Ronaldo Alvarenga, na sede do Sindicato

O Sindicato dos Servidores Públicos de Muriaé e região convoca  todos os servidores públicos municipais (efetivos e contratados), para uma assembléia nesta  segunda-feira (02), ás 17h30. A assembléia vai acontecer no plenário da Câmara Municipal, onde será discutida a negociação salarial deste ano. O presidente do sindicato, Ronaldo Alvarenga não descartou a possibilidade de uma greve    .

“Aproveitamos para convidar todos os servidores a estarem presentes na  reunião da Câmara, também na próxima segunda-feira (02), às 19h, onde os vereadores vão votar projetos importantes do Plano de carreira dos Servidores.

Estelionatário aplica golpe do “Avião do Faustão” em cidades da região

Na segunda-feira (26), E.S, 29 anos, compareceu em uma Base da PM na cidade de Leopoldina informando que mora em Laranjal, e na semana anterior uma mensagem em seu celular, informando que ela havia sido contemplada com um valor de R$130.000. Ela conversou via celular com uma pessoa que se dizia representante de um programa de televisão, e que para o dinheiro ser liberado ela precisaria depositar o valor de R$ 300 em uma conta bancária, o que foi feito.

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